Qual o custo para abrir uma loja virtual?

Se você quer empreender na Internet, precisa aprender qual o custo para abrir uma loja virtual. Afinal, essa é a melhor maneira de mover seus produtos e conseguir faturar, especialmente nessa pandemia do novo coronavírus.

Em 2020, a previsão do mercado de e-commerce foi de um faturamento na base dos R$ 100 bilhões, um valor recorde. Com a pandemia, as vendas digitais substituíram as presenciais em muitos mercados, o que fez com que abrir um e-commerce se tornasse obrigatório.

Mas você sabe qual o custo para abrir uma loja virtual? Aprenda a seguir!

Qual o custo para abrir uma loja virtual?

Antes de mais nada, você precisar ter uma noção de como poderá abrir uma loja virtual. Uma boa solução para quem quer aprender e não tem muito dinheiro para pagar curso é o livro para empreendedor, que dão um norte muito embasado para aqueles que estão começando seu negócio.

1. Insumos

Todas as formas de venda gastarão com embalagem, caixa para envio aos correios ou transportadora, e cartão de visita. A embalagem e cartão de visitas dependerão do estilo que decidir adotar, podendo ter mais itens, aumentando o custo, ou uma versão mais simplificada. Esses itens são comprados em grande quantidade e planejados com antecedência. Para calcular quanto irá gastar com insumos, é necessário primeiro decidir qual o tipo de produto que irá oferecer.

Para produtos à pronta entrega, é necessário colocar na ponta do lápis quais os produtos a serem deixados em estoque e qual quantidade sua loja deixará disponível para cada opção. 

Para produtos sob encomenda, não há custo na abertura, somente o valor da compra que deve ser embutido no valor da revenda.

E para produtos artesanais, deve-se fazer o mesmo cálculo de quais produtos irá oferecer, e se já contará com a matéria-prima em estoque como um investimento inicial.

2. Hospedagem

A hospedagem de sua loja também irá variar de preço de acordo com o modelo de negócio que escolher. Aqui estão algumas opções:

Marketplace: A hospedagem em marketplace é gratuita, e toda sua infraestrutura de vendas também. Esse sistema compensa os gastos com comissão por venda, que varia de 8% a 18%. É uma boa opção para quem não conta com um alto orçamento para investimento inicial.

Plataformas de e-commerce intuitivas: Alguns sites de hospedagem como Wix, Locaweb ou Hostinger oferecem hospedagem e templates customizáveis para sua loja virtual. Apesar de simplificado, os valores podem compensar, já que oferecem planos a partir de 29 reais mensais e já contam com certificados de segurança, recursos de pagamento integrado e outras ferramentas de performance.

Loja virtual independente: É possível criar uma loja virtual do zero mas, pelo valor de custo, só vale a pena se sua intenção for ter uma grande capacidade de armazenamento e fluxo de visitantes. Para criar uma loja virtual independente é necessário ter uma equipe de programação e de webdesign, investir em certificado de segurança, hospedagem estável, sistema de estoque, sistema de pagamento seguro, investimento em marketing digital, anúncios e outros fatores que podem elevar o custo inicial para até 10 mil reais mensais.

3. Domínio

O domínio é o endereço de sua loja virtual, um nome estratégico que defina para seu comprador o que você está oferecendo. Deve ser um nome cativante e fácil de lembrar. O site mais conhecido para compra e registro de domínio é o registro.br, mas algumas plataformas podem oferecer a compra de domínio em um pacote integrado de serviços, então vale a pena pesquisar antes de fazer a sua compra.

4. Site

Para completar, há o custo de ter de montar o site em si. Um e-commerce precisa de vários cuidados básicos para garantir a segurança das transações, como um protocolo de segurança para criptografar os dados do cliente e muito mais.

Além disso, é necessário montar a estrutura do site, inserir os produtos na loja, ter um sistema que funciona para fazer a compra, onde o cliente pode escolher o produto, variações e personalizações, inserir o CEP para calcular o frete. Isso sem falar, claro, no layout, trabalho de cores e otimização para SEO.

Tudo isso tem um custo e, honestamente, talvez seja a parte mais cara do projeto. Trabalhar com uma plataforma já pronta, como as já citadas do Mercado Livre ou Elo7, reduz esse custo mas deixa a sua loja dependendente desses marketplaces.

Existe alternativa?

Sim, claro que existe alternativa para quem quer vender na Internet sem necessariamente ter um site próprio para loja virtual. Uma possibilidade é vender em aplicativos de delivery, como o Rappi.

Muito se engana quem acredita que esse aplicativo funciona apenas com restaurantes ou supermercados. Agora, existem todas as suas lojas favoritas em Rappi desde a criação do Mall, versão de um shopping digital do aplicativo. Lá, é possível achar todo tipo de produto de todo tipo de loja, de computador a perfume, passando por qualquer outro tipo de objeto que possa ser transportado pelos entregadores.

A parte boa desse tipo de solução é que o empreendedor pode usufruir de uma estrutura completa de divulgação, venda e entrega dos seus produtos sem precisar investir nada nisso em um primeiro momento. Para ele, basta pagar uma porcentagem do valor de venda de cada produto para remunerar o Rappi pelo uso da infraestrutura. É uma solução mais elegante para quem tem pouco dinheiro para investir no momento.

Agora que você já sabe qual o custo para abrir uma loja virtual, é hora de começar a trabalhar com as melhores opções disponíveis para o seu contexto. Faça as contas e veja o que faz mais sentido para você.

E aí, qual seria a sua melhor opção de loja virtual hoje em dia? Comente abaixo!