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Home»Dicas»F1 e Apple apostam alto
Dicas

F1 e Apple apostam alto

Nathan López BezerraBy Nathan López Bezerra06/03/20265 Mins Read
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A nova temporada da Fórmula 1 começa neste fim de semana na Austrália, marcando uma grande aposta para a categoria e para a Apple.

A série de corridas, que combina velocidade, tecnologia e glamour, está prestes a iniciar um ano de grandes mudanças em 2026, com novas regras para carros e motores e a entrada de novas equipes como Audi e Cadillac.

Para o importante mercado dos Estados Unidos, há uma mudança significativa. A ESPN não será mais a transmissora. Em seu lugar, a gigante da tecnologia Apple oferecerá transmissões ao vivo e vídeos sob demanda da F1 de forma exclusiva em seu serviço de assinatura Apple TV, a partir deste fim de semana.

Para a Apple, o acordo parece uma decisão fácil. Para a F1, que ainda cresce nos EUA, é uma situação mais complexa. A parceria representa uma grande oportunidade de crescimento, mas também um risco ao deixar a transmissão tradicional, que tem um público maior e mais diversificado.

Agora, quem quiser assistir à F1 nos EUA precisa pagar US$ 12,99 por mês pelo Apple TV, o que pode reduzir o público que vinha crescendo.

Pouco antes do início da temporada, a Apple fez algo inesperado. A empresa e uma de suas maiores rivais no streaming, a Netflix, anunciaram um acordo cruzado de conteúdo sobre F1. A nova temporada da série documental “Drive to Survive”, que popularizou a F1 nos EUA, será transmitida simultaneamente na Netflix e no Apple TV nos Estados Unidos.

Especialistas em marketing apontam que esta é a primeira vez na história que uma série original da Netflix aparece em uma plataforma concorrente.

A incursão da Apple no esporte também foi uma surpresa. Conhecida por séries de sucesso, a empresa investiu pesado em programação para atrair assinantes. Ela já havia adquirido os direitos de transmissão da Major League Soccer, mas os jogos ainda aparecem na TV aberta.

O envolvimento da Apple com a F1 ganhou força com o filme “F1: The Movie”, lançado no verão passado. O filme foi um grande investimento e um sucesso, colocando a Apple no centro das atenções.

No período do outono no hemisfério norte, a empresa investiu definitivamente ao adquirir os direitos exclusivos para a transmissão ao vivo da F1 nos EUA. Isso significa que as corridas só poderão ser vistas no aplicativo Apple TV e em dispositivos da marca.

Relatórios indicam que a Apple pagou cerca de US$ 150 milhões por ano pelos direitos de transmissão nos EUA, que eram da ESPN desde 2018. A audiência da F1 na ESPN cresceu de uma média de 554 mil espectadores por corrida em 2018 para 1,3 milhão em 2025, um aumento de 135%.

Embora 1,3 milhão de espectadores seja cerca de metade da média de uma corrida da NASCAR, o público desta última está em declínio. Além disso, o público da F1 é considerado mais abastado e diversificado, com um crescente número de mulheres e minorias, o que é valioso para anunciantes.

A Apple anunciou que os espectadores no Apple TV poderão acompanhar as corridas com uma experiência de Multiview, assistindo até quatro transmissões ao vivo simultaneamente.

Além disso, a Tubi transmitirá transmissões alternativas para várias corridas nesta temporada, e o Yahoo Sports também transmitirá sessões de treinos e classificação ao vivo, começando com o Grande Prêmio de Miami.

A liderança da F1 demonstra otimismo com a nova parceria. Eles destacam que a Apple oferece vários pontos de contato com os fãs, como Apple Music, Apple News e as lojas físicas, indo além da televisão tradicional.

Eles também elogiaram o acordo entre Apple e Netflix, que inclui não só “Drive to Survive” na Apple, mas também a transmissão simultânea do Grande Prêmio do Canadá na Netflix.

No entanto, alguns investidores da F1 não estão satisfeitos. Analistas mencionam que há quem chame o acordo com a Apple de “um desastre”, pela percepção de que o Apple TV significa menos distribuição para a F1 do que a ESPN teria em um mercado de crescimento importante.

Enquanto a Apple não divulga números de assinantes, relatos indicam que a plataforma tinha cerca de 45 milhões de assinantes no final de 2025. A ESPN tem aproximadamente 60 milhões de assinantes de TV paga e 25 milhões de assinantes apenas digitais do ESPN+.

Outros analistas discordam da visão negativa. Eles argumentam que um acordo único como o feito com a Netflix dificilmente aconteceria com uma plataforma tradicional de TV. Eles também observam que grande parte do alcance da ESPN vem da TV linear, que não é a plataforma ideal para corridas da F1, que muitas vezes acontecem de madrugada no horário do leste dos EUA.

Para a Apple, o investimento na F1 para impulsionar seu conteúdo e sua associação com a principal série de corridas é uma jogada lógica. Os US$ 150 milhões anuais pelos direitos são um valor pequeno para uma empresa que teve um lucro de US$ 112 bilhões no último ano fiscal.

Mas isso também significa que os fãs não poderão mais simplesmente ligar a TV e encontrar uma corrida ao vivo. Esses dias acabaram, o que é uma aposta para a Fórmula 1.

A questão é se a perda do fã casual será significativa para o esporte, ou se a ubiquidade dos produtos Apple e a capacidade de oferecer conteúdo personalizado em iPhones, Apple Music e até no Apple Maps significarão mais formas de acesso para os fãs, onde e quando eles quiserem.

Nathan López Bezerra
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Formado em Publicidade e Propaganda pela UFG, Nathan começou sua carreira como design freelancer e depois entrou em uma agência em Goiânia. Foi designer gráfico e um dos pensadores no uso de drones em filmagens no estado de Goiás. Hoje em dia, se dedica a dar consultorias para empresas que querem fortalecer seu marketing.

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