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Home»Insights»Limites emocionais e a importância da empatia
Insights

Limites emocionais e a importância da empatia

Nathan López BezerraBy Nathan López Bezerra05/01/20265 Mins Read
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Aprender a ajudar sem se perder é um sinal de maturidade emocional. Ter empatia não significa carregar os problemas dos outros, mas reconhecer quando a ajuda se torna um peso. Estabelecer limites é essencial para proteger sua energia e ajudar o outro a enfrentar suas próprias dificuldades.

Muita gente acredita que ser empático é assumir os problemas de outros e estar sempre disponível. Isso pode significar atender ligações de madrugada, cancelar compromissos ou ignorar suas próprias necessidades. Estar sempre ali, pronto para ajudar, parece nobre, mas pode não ser saudável.

Com o tempo, algumas pessoas que ajudam demais percebem que nem todos querem realmente mudar. Algumas só desejam apoio temporário enquanto permanecem na mesma situação, segurando-se ao invés de se levantar. É uma realidade difícil de encarar.

É preciso entender a diferença entre ajudar alguém em dificuldade e fazer parte do ciclo que impede essa pessoa de avançar. No início, a ajuda parece natural. Vemos alguém sofrendo e queremos aliviar sua dor. É uma ação humana, instintiva. No entanto, com o tempo, quem ajuda se dá conta de que a vida do outro não muda, enquanto a sua piora.

Enquanto alguém se ocupa dos problemas alheios, os próprios problemas vão se acumulando. Projetos ficam para depois, cursos são adiados. Conversas que precisam acontecer e limites que deveriam ter sido estabelecidos ficam para trás. A pessoa se torna uma especialista na vida dos outros e esquece de cuidar da sua.

O entendimento que vem a seguir é crucial: por que aquela pessoa se encontra na situação em que está? É importante não julgar nem achar que as dificuldades de alguém são resultados de escolhas erradas. Existe uma diferença entre passar por uma crise e viver numa crise constante.

Alguns indivíduos se acostumam a viver no meio do caos. Eles moldam suas identidades em função do sofrimento e da falta. E, quando alguém disposto a ajudar aparece, essa pessoa acaba se tornando parte do cenário, um personagem em um drama que não tem fim.

Algo que muitos levam tempo para perceber é que ajudar de verdade às vezes significa não seguir o que a outra pessoa pede. É perceber quando a sua presença ajuda alguém a evitar responsabilidades. É perguntar a si mesmo: estou ajudando essa pessoa a sair deste buraco ou apenas amorteço suas quedas?

Fazer essa pergunta não é simples. Pode mexer com sua autoimagem e a necessidade de ser visto como alguém bom. No entanto, é necessário. Se essa reflexão não acontecer, a pessoa que ajuda pode acordar um dia e perceber que está tão atolada quanto quem tentou salvar.

Quando isso acontece, sente que suas energias foram drenadas e que a paciência pode virar ressentimento. A pessoa pode acabar perdendo partes importantes de si mesma no processo. Essa é uma realidade difícil, mas é importante estar ciente.

O aprendizado é que é possível desejar o bem ao outro sem deixar de cuidar de si. É possível dizer “não posso fazer isso por você” ou “preciso de um tempo para mim” e, ainda assim, expressar carinho. É uma forma de amor que pode ser dolorosa, especialmente quando a outra pessoa reage dizendo que você é egoísta ou frio.

Essa reação pode ser desafiadora, mas é essencial lembrar que ajudar a quem está se afundando não é um verdadeiro ato de ajuda. Trata-se de um sacrifício sem propósito, e trocar um naufrágio individual por um coletivo não é uma solução.

Quem entende essa dinâmica descobre que pode estender a mão sem precisar pular no buraco junto. É possível sentir compaixão sem sacrificar sua própria saúde mental. Você pode torcer pelo crescimento do outro, sem tentar fazer as mudanças necessárias que apenas ele pode realizar.

E quando esse aprendizado realmente acontece? As ajudas se tornam mais eficazes. Quando você não está se afundando junto, consegue ver a situação de forma mais clara. Assim, pode oferecer o que a pessoa realmente precisa, não apenas o que ela deseja naquele momento de desespero.

Cuidar de si mesmo é, na verdade, um ato de sobrevivência e sabedoria. É entender que ninguém pode dar o que não tem. Sabe aquele ditado: “não dá para dar o que não se tem”? É totalmente aplicável aqui. Priorizar seu próprio bem-estar não é egoísmo, é uma necessidade.

Ao estabelecer limites saudáveis, você não está apenas se protegendo; você também está criando condições para que a outra pessoa mude. Quando você está bem, pode ajudar com mais eficiência e clareza.

Além disso, é importante que a pessoa que está recebendo ajuda compreenda que precisa assumir a responsabilidade por suas próprias mudanças. É preciso que ela enfrente seus problemas, mesmo que isso signifique mal-estar temporário.

Nesse contexto, ajudar se torna uma troca mais saudável. Você apoia sem se perder, e a outra pessoa também aprende a lidar com seus desafios e crescer com eles. Isso gera um ciclo positivo, em vez de um ciclo de dependência.

Por fim, lembre-se: ajudar deve ser um ato que levanta tanto quem ajuda quanto quem é ajudado. As relações precisam ser equilibradas. Assumir as cargas dos outros pode ser tentador, mas, no final das contas, pode causar muito mais dano do que benefício.

Seja um suporte, mas não um pilar. É assim que você mantém sua saúde emocional em primeiro lugar e ainda ajuda quem precisa reais. É possível amar e cuidar dos outros enquanto se protege e se respeita.

Portanto, ajuda pode ser um ato de amor, quando feita com consciência e responsabilidade.

Nathan López Bezerra
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Formado em Publicidade e Propaganda pela UFG, Nathan começou sua carreira como design freelancer e depois entrou em uma agência em Goiânia. Foi designer gráfico e um dos pensadores no uso de drones em filmagens no estado de Goiás. Hoje em dia, se dedica a dar consultorias para empresas que querem fortalecer seu marketing.

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