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Home»Insights»Disjuntor trifásico: importância e funcionamento em indústrias
Insights

Disjuntor trifásico: importância e funcionamento em indústrias

Nathan López BezerraBy Nathan López Bezerra03/12/20256 Mins Read
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Disjuntor Trifásico: O que é e por que é essencial?

Em muitos estabelecimentos comerciais e indústrias, a energia elétrica é fornecida em um sistema chamado trifásico. Esse tipo de fornecimento é ideal para alimentar máquinas e equipamentos que requerem mais potência. Um dos componentes mais importantes nesse tipo de sistema é o disjuntor trifásico, que serve para proteger os circuitos elétricos, garantindo segurança e funcionando como um “guardião” dos equipamentos.

Neste texto, vamos explicar de maneira clara e simples o que é um disjuntor trifásico, como ele funciona e por que ele é tão importante em ambientes como lojas, fábricas e escritórios.

O que é um disjuntor trifásico?

O disjuntor trifásico é um dispositivo de proteção que atua em sistemas de três fases. Ao contrário do disjuntor unipolar, que protege apenas um condutor, ou do bipolar, que protege dois, o disjuntor trifásico protege as três fases do circuito ao mesmo tempo.

Esse aparelho se encarrega de desligar o circuito caso aconteça algo errado, como:

  • Sobrecarga: Quando a corrente excede o permitido por um período extendido.
  • Curto-circuito: Situação em que há um desvio da corrente elétrica, resultando em elevada intensidade de corrente.

Além disso, o disjuntor trifásico ajuda a preservar equipamentos, cabos e painéis. E mais, ele protege as pessoas de choques elétricos, especialmente em situações de falhas.

Em ambientes comerciais e industriais, onde a maioria dos equipamentos críticos requer energia trifásica – como motores e compressores – sua presença é indispensável.

Como funciona na prática?

O funcionamento do disjuntor trifásico pode ser dividido em três etapas principais: medição de corrente, detecção de falhas e interrupção do circuito.

1. Medição e monitoramento da corrente

Dentro do disjuntor, existem mecanismos que monitoram a corrente que passa pelos fios. Existem dois tipos principais de disparo:

  • Disparo térmico: Acontece em casos de sobrecargas. Uma lâmina bimetálica esquenta com o aumento da corrente e, se ela se aquece demais por um tempo, se deforma, acionando o mecanismo que desliga o circuito.

  • Disparo magnético: Este atua rapidamente em situações de curto-circuito. Se a corrente sobe muito rápido e ultrapassa o valor normal, uma bobina cria um campo magnético que desarma o circuito.

O monitoramento é realizado em cada uma das fases.

2. Atuação simultânea das três fases

Uma característica interessante do disjuntor trifásico é que, se uma das fases apresentar uma falha, ele desarma todas as fases de uma só vez. Isso é essencial, pois evita que o circuito opere com apenas duas fases, prevenindo:

  • Danos nos motores que podem tentar funcionar com uma fase faltando.
  • Aquecimento excessivo nos cabos.
  • Funcionamento irregular das máquinas.

Essa proteção simultânea é importante para garantir a segurança dos equipamentos.

3. Rearme manual e proteção contínua

Quando o disjuntor é acionado, ele se desliga e só volta a funcionar quando alguém fizer o rearme manual. Isso é importante porque:

  • Garante que quem for responsável verifique o que causou o problema.
  • Impede que o circuito ligue sozinho em situação de risco.
  • Mantém a instalação dentro de um padrão seguro.

Por que o disjuntor trifásico é essencial para as empresas?

Em estabelecimentos como grandes lojas, indústrias e galpões, a demanda por energia é muito maior do que em uma casa comum, e é aí que o disjuntor trifásico se destaca.

1. Proteção de motores e máquinas

Muitas máquinas que usam energia trifásica, como elevadores e pressas, estão em risco sem a proteção adequada. Sem o disjuntor, um curto-circuito pode queimar um motor, enquanto uma sobrecarga pode diminuir sua vida útil. Além disso, a falta de uma fase pode causar sérios danos.

O disjuntor trifásico é essencial para evitar paradas e custos com manutenção desnecessária.

2. Continuidade operacional

Para fábricas e comércios, parar significa prejuízos. Problemas elétricos sem proteção podem desligar sistemas inteiros, afetando a produção e o atendimento:

  • Linhas de produção podem parar.
  • Freezers e sistemas de TI ficam sem energia.
  • O atendimento ao cliente é prejudicado.

Um disjuntor bem dimensionado protege apenas a parte afetada, reduzindo o impacto no restante do sistema.

3. Segurança de pessoas e bens

Falhas elétricas podem resultar em incêndios e choques elétricos. O disjuntor trifásico, quando combinado com um bom sistema de aterramento, minimiza riscos e aumenta a segurança de todos no ambiente.

4. Adequação à alimentação elétrica

Estabelecimentos comerciais geralmente recebem alimentação trifásica com tensões de 220/380V ou 127/220V. O disjuntor trifásico garante proteção organizada, permitindo criar circuitos específicos e facilitar manutenções.

Tipos de disjuntores trifásicos

Diferentes modelos estão disponíveis para atender as necessidades de cada instalação.

Disjuntores termomagnéticos

Esses são os mais comuns em quadros de distribuição, oferecendo proteção contra sobrecargas e curtos-circuitos.

Disjuntores caixa moldada

Usados em instalações maiores, suportam correntes mais altas e podem ter ajustes finos para disparo.

Disjuntores específicos para motores

Esses disjuntores são projetados para a partida e proteção de motores, considerando características especiais.

Como escolher um disjuntor trifásico?

Escolher o disjuntor certo envolve mais do que apenas ver a corrente. É preciso considerar:

1. Corrente nominal do circuito

É essencial dimensionar o disjuntor segundo:

  • A corrente de trabalho dos equipamentos.
  • A bitola dos cabos.
  • As condições de instalação.

Um disjuntor subdimensionado desarma toda hora, enquanto um superdimensionado pode falhar em proteger.

2. Capacidade de interrupção

Refere-se a quanto de corrente de curto-circuito o disjuntor pode interromper de modo seguro. Instalações industriais podem ter correntes elevadas, e a escolha deve ser feita com cautela.

3. Tensão de trabalho e número de polos

O disjuntor precisa ser adequado à tensão do sistema e, normalmente, deve ter três polos.

4. Aplicação do circuito

A escolha do disjuntor pode depender do tipo de carga, como motores e iluminação.

Um bom projeto elétrico é fundamental para definir o disjuntor ideal.

Manutenção e boas práticas

Apesar de serem dispositivos robustos, os disjuntores trifásicos precisam de cuidados:

  • Inspeções periódicas: Verificar aquecimento, mau contato e condições gerais.
  • Substituições: Trocá-los ao notar sinais de dano ou desarme frequente.
  • Evitar adaptações: Modificações que possam comprometer a proteção não são recomendadas.

Essas práticas aumentam a confiabilidade e a vida útil dos sistemas elétricos.

Conclusão

O disjuntor trifásico é mais do que um simples dispositivo. Ele é fundamental para a segurança e eficiência das operações em ambientes comerciais e industriais. Compreender seu funcionamento, a atuação nas três fases e os critérios para sua escolha é essencial para garantir a proteção de pessoas, equipamentos e a continuidade do negócio. Disjuntores adequados garantem a segurança e evitam prejuízos.

Nathan López Bezerra
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Formado em Publicidade e Propaganda pela UFG, Nathan começou sua carreira como design freelancer e depois entrou em uma agência em Goiânia. Foi designer gráfico e um dos pensadores no uso de drones em filmagens no estado de Goiás. Hoje em dia, se dedica a dar consultorias para empresas que querem fortalecer seu marketing.

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